Jim Carrey torna-se escritor de livros infantis


Ele já protagonizou vários filmes para o público infantil - “Pinguins do Papai”, “O Grinch”, “O Máskara” e “Os fantasmas de Scrooge”. Agora, Jim Carrey acaba de estrear na literatura infantil. Segundo o autor contou em entrevista ao site HitFix, o livro ‘How Roland Rolls’ é uma obra metafísica que lida com temas reais e importantes de uma maneira engraçada.

Embora seja uma das estrelas mais influentes em Hollywood, Carrey decidiu escrever o livro e publicá-lo por conta própria. O nascimento de sua neta foi uma grande influência na criação do projeto. ‘How Roland Rolls’ está “lindamente ilustrado” e vai contar a história de uma onda chamada Roland que tem medo de que, quando um dia atingir a praia, a sua vida chegue ao fim.

“O livro torna-se sério quando Roland começa a pensar que não é só uma onda mas todo o oceano”, explica Jim Carrey. “As crianças vão gostar muito da história e os pais vão poder ir dormir sentindo-se um pouco mais seguros”, afirmou.

 

Os brinquedinhos do Mc Lanche Feliz vão acabar?

No final de 2012, pais, nutricionistas, endocrinologistas e todos os ‘militantes’ favoráveis às campanhas de alimentação saudável tiveram uma pontinha de esperança. Apresentado pelo deputado estadual, Rui Falcão, um projeto de lei, que já tinha sido até aprovado pela Assembleia Legislativa, tratava da proibição,  na TV e no Rádio, entre às 6h e às 21h, da veiculação de propagandas de ofertas casadas da compra de alimentos com brinquedos. Um outro projeto abordava a restrição de publicidade de alimentos e bebidas pobres em nutrientes e com alto teor de açúcar, gordura saturada ou sódio, nesses mesmos horários.

Em janeiro de 2013, alegando a necessidade da verificação da constitucionalidade com a Procuradoria Geral do Estado (PGE), o governador de São Paulo Geraldo Alckmin vetou os dois projetos. Porém, o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (Conar) decidiu apertar o cerco contra a publicidade infantil. A partir do dia 1º de março de 2013, o órgão vai incluir uma nova restrição no código que regulamenta o setor. Agora, a ideia é barrar também as ações de merchandising que tenham crianças e jovens como alvo, bem como a participação destas nesse tipo de peça publicitária.

Conforme a seção 11 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, artigo 37, quando os produtos forem destinados ao consumo por crianças e adolescentes seus anúncios deverão:

  • a. procurar contribuir para o desenvolvimento positivo das relações entre pais e filhos, alunos e professores,
  • e demais relacionamentos que envolvam o público-alvo deste normativo;
  • b. respeitar a dignidade, ingenuidade, credulidade, inexperiência e o sentimento de lealdade do público-alvo;
  • c. dar atenção especial às características psicológicas do público-alvo, presumida sua menor capacidade de discernimento;
  • d. obedecer a cuidados tais que evitem eventuais distorções psicológicas nos modelos publicitários e no público-alvo;
  • e. abster-se de estimular comportamentos socialmente condenáveis.

No Rio de Janeiro, uma nova lei municipal 5.528, que proíbe a venda de lanches com brinquedos, já entrou em vigor. Até agora, apenas o Burger King vem cumprindo a determinação vigente em território carioca. Em tempos de obesidade infantil, a qualidade dos brindes-brinquedos e a magia que eles despertam nos consumidores mirins podem surtir efeitos negativos no futuro.

Portanto, seguindo a fórmula de sucesso criada pelo marketing das redes de fast food, está na hora das marcas ‘amigas da criança’  investirem em brindes mais ‘saudáveis’. Uma sugestão são os livros de gastronomia, com receitas nutritivas para as crianças. Essa ideia, realmente, vale um patrocínio!