Prada lança concurso para redatores criativos

 

A Prada e a editora italiana Giangiacomo Feltrinelli Editore se uniram em uma parceria para encontrar novos talentos literários por meio de um concurso cultural. Os interessados devem fazer upload de um texto no site da marca até o dia 18 de junho, tendo como inspiração as perguntas: “Quais são as realidades que nossos olhos veem? E como são essas realidades através das lentes?”. O tema escolhido é uma metáfora que tem como base a linha de óculos de grau da marca enquanto ferramenta para enxergar melhor o mundo.

A competição se estende a participantes de todo o mundo, desde que maiores de 18 anos, e é permitida apenas uma redação por pessoa. O vencedor (que pode ser mais do que um) será anunciado no dia 31 de dezembro e receberá, além da inclusão da sua redação em um livro digital que poderá ser visto online no site da Prada, um valor em dinheiro de €5 mil (aproximadamente R$ 13 mil). Inscrições no site da Prada: http://www.prada.com/en/journal/index?cc=US

 

‘Sacrifice For Your Art’: conselhos de Oscar Wilde

Está prestes a ser leiloada a carta encontrada em novembro de 2012, cujo autor era o irlandês Oscar Wilde (1854-1900), com conselhos a um aspirante a escritor. O documento foi descoberto na parte de trás de um velho guarda-roupa, na Inglaterra, de acordo com o jornal britânico “The Telegraph”.

Com 13 páginas e sem data, estima-se que o documento tenha sido escrito por volta de 1890, quando Wilde começava a ganhar fama.

A carta aconselhava o jovem escritor anônimo a não depender da escrita para sobreviver. “O melhor trabalho na literatura é sempre feito por aqueles que não dependem dela para ganhar o pão de cada dia”, escreveu Wilde, que não seguiu muito a risca essa premissa, afinal, lucrou muito com o seu trabalho em vida, sendo até editor de uma revista feminina, a The Woman’s World.

Juntamente com a carta foi encontrado o primeiro rascunho do soneto “The New Remorse” (“O novo remorso”), publicado por Oscar Wilde –sob outro título– em 1887.

Os dois documentos pertenciam ao dono de uma cervejaria vitoriana que, ao longo dos anos, recolheu cartas autografadas e manuscritos.