Produtora de Feira: criatividade em feiras de negócios

O que acontece quando uma relações públicas talentosa se encontra com uma jornalista com anos de experiência? Uma união altamente estratégica em prol da boa Comunicação. Ana Paula Sayão e Suzana Campos, que somam, embora não aparentem, ufa!, 30 anos de experiência no mercado, criaram a Produtora de Feira.

Fazendo jus à palavra produtora – e quem trabalha na área de Comunicação sabe que “produção é tudo!” -, a empresa cuida de todos os detalhes na organização de feiras de negócios. Dessa forma, os clientes se preocupam apenas em abrilhantar o evento e fazer bons negócios e as demais preocupações ficam por conta da Produtora de Feira.

Segundo Suzana, diretora de atendimento e conteúdo, o principal objetivo da empresa é personalizar ao máximo a criação de cada um dos eventos. “Por meio de um briefing detalhado, uma boa pesquisa de campo e com todas as necessidades listadas, começamos a desenhar um evento exclusivo. Depois, com o budget do cliente afinado e aprovado,  corremos atrás dos melhores fornecedores e orçamentos para viabilizar cada uma das ideias. Apresentamos todos os pontos para que o cliente apenas escolha o que mais lhe agrada. Por último, cuidamos da logística e do gerenciamento para que tudo saia perfeitamente nos dias da feira, do congresso ou de qualquer outro tipo de evento”, explica Suzana.

O mais importante é que a Produtora de Feira administra todo o planejamento financeiro do evento. “Recebemos todas as notas fiscais e gerenciamos a planilha de custos, para que ela seja rigorosamente cumprida. Acompanhamos a montagem. E durante o evento, damos todo o suporte para que tudo funcione exatamente como foi contratado. Nosso trabalho termina com o fechamento financeiro do evento e o envio do relatório geral ao cliente. Além disso, conduzimos toda a mão-de-obra contratada: cenógrafos, montadores, recepcionistas, segurança, assessores de imprensa e serviços de suporte”, completa Ana Paula, diretora de produção da empresa.

Para saber mais sobre os serviços prestados pela Produtora de Feira, acesse: www.produtoradefeira.com.br ou pelo telefone (11) 4115-8307

 

 

Livro de decoração ou de gastronomia com a sua marca!

Dicas de como decorar a casa, com projetos assinados por grandes nomes do mercado de arquitetura e decoração. Segredos culinários e receitas elaboradas por chefs de cozinha, pelos próprios consumidores ou por convidados especiais. Esses e muitos outros temas interessantes podem dar vida a livros exclusivos para presentear o consumidor e os outros stakeholders da empresa.

Além de contar com produção editorial de jornalistas, especialistas e historiadores, hoje, as empresas podem transformar o livro temático em colaborativo, contando com o respaldo de plataformas como sites, blogues e redes sociais. A sua empresa pode contar com a participação do público para gerar parte do conteúdo da publicação, por meio de concursos culturais.

As capas abaixo são uma amostra dos diferentes formatos de livros, ebooks e aplicativos para Ipad, tablets, smartphones e Iphone:

- Na primeira fileira,  o livro “Miles and Meals”, da marca Pirelli, que traz de forma lúdica as receitas dos chefs da empresa e outros segredos dos bastidores das corridas;

- Depois, vem o Ebook Chás de Verão, que traz receitas deliciosas com os produtos da marca Dr. Oetker. Os seguidores da marca no Facebook contribuíram com o envio de receitas. As cinco melhores foram publicadas na publicação digital;

- Logo na sequência, de olho nas mudanças de comportamento do seu consumidor, a Fleischmann apresenta o aplicativo “Fleischmann Livro de Receitas” para iPhone e iPad;

- A União sempre lançou livros de receitas com o ingrediente principal, o açúcar União, em destaque a capa do livro comemorativo pelos 100 anos da marca;

- E, por último, o livro Louis Vuitton: Architecture & Interiors, sobre a arquitetura e decoração das lojas da marca ao redor do mundo.

 

 

 

Costanza Pascolato é entrevistada por Ignácio de Loyola Brandão, JR. Duran e César Giobbi

A Fnac Pinheiros promove um evento imperdível, na série Encontros Fnac, no qual Costanza Pascolato será entrevistada ao vivo pelo fotógrafo J.R. Duran, pelo jornalista César Giobbi e pelo escritor Ignácio de Loyola Brandão.

Agende-se: Quarta-feira, 27 de março de 2013, às 19h
Fnac Pinheiros
Av Pedroso de Morais, 858, Pinheiros, São Paulo, tel: (11) 3579-2000
Entrada Franca
Lotação do Fórum Fnac Pinheiros: 250 pessoas
Estacionamento: R$ 8,50 (até 30 min), R$ 11,00 (até 2 horas). Isenção de estacionamento por duas horas para Associados Fnac que fizerem compras (conferir limites mínimos de compra em loja).

Relatório de Sustentabilidade vai muito além da publicação de indicadores positivos

Prestar contas para a sociedade sobre o desempenho da empresa no âmbito econômico, social e ambiental. Esse é apenas um dos objetivos do Relatório de Sustentabilidade, ferramenta indispensável para os gestores da atualidade.

Originalmente simples, o Relatório de Sustentabilidade tem o caráter de levar informações consistentes sobre as ações da empresa. “Hoje, as organizações necessitam do relatório, que é uma prestação de contas da gestão de sustentabilidade baseada no tripé Econômico-Social-Ambiental”, orienta a consultora de Sustentabilidade Socioambiental e Comunicação,  Ana Govatto.

Segundo a consultora, o relatório estabelece um diálogo mais próximo da corporação perante os seus stakeholders, ou seja, os diferentes públicos envolvidos com a empresa: acionistas, público interno, representantes, franqueados, analistas de mercado, formadores de opinião, fornecedores, clientes, consumidores, comunidade, concorrentes, associações de classe e governo. E, acima de tudo, permite ao empresário que ele tenha uma visão macro da companhia, o que contribui para o planejamento de novas ações.

Todos os públicos têm a ganhar com esse tipo de publicação. Porém, a maior beneficiária é a empresa, que conseguirá a partir das informações, medir melhor o desempenho de suas ações, repensar planos e objetivos e monitorar se realmente ocorreram mudanças operacionais. E não é apenas de indicadores positivos que é feito o Relatório de Sustentabilidade. Os negativos são fundamentais, como orienta a consultora Ana Govatto. “O modelo ideal de relatório é aquele que demonstra o ativo e o passivo da gestão de sustentabilidade da empresa. Por isso, apresentar dados comparativos dos três últimos anos é essencial. Além disso, pautado nos princípios da sustentabilidade, ou seja, da ética e da transparência, o conteúdo deve abordar e relatar as metas que ainda não foram alcançadas”, explica.

Para ela, as informações apresentadas no Relatório de Sustentabilidade devem ser claras e objetivas sempre. “Dados que não podem ser compreendidos ou deixam dúvidas não contribuem para uma imagem de empresa transparente. Disponibilizar o conteúdo também em formato digital é imprescindível”, explica a consultora.

Com periodicidade anual, o relatório deve trazer, ainda, informações detalhadas sobre o perfil da empresa, histórico, missão, princípios, valores, governança corporativa, matérias sobre os projetos sociais e ambientais, indicadores de desempenho econômico, social e ambiental, permitindo a avaliação dos resultados planejados, os que foram realmente alcançados e aqueles que não conseguiram vingar.

Um pouco de história
Na década de 1980, as empresas brasileiras começaram a buscar formas de transparecer suas atividades corporativas para a sociedade. Porém, a publicação de balanços sociais pelas empresas só ganhou forças graças à iniciativa do sociólogo brasileiro Herbert de Souza, o Betinho. Em 1997, com o apoio de lideranças empresariais, Betinho lançou uma campanha pela divulgação voluntária desses relatórios, o que resultou em uma série de debates na imprensa, em seminários e fóruns empresariais.

Mais informações sobre como ter o seu Relatório de Sustentabilidade: atendimento@clubeeditorial.com.br

Mulheres que marcaram a “industrialização” no Brasil

Foto Divulgação/Acervo Centro de Memoria da Bunge

A Fundação Bunge é exemplo de uma marca que busca incentivar às Ciências , à Literatura e à Cultura por meio da preservação da história do país. Criada em 1955, a entidade desenvolve ações nas áreas da sustentabilidade social e da educação, com a formação de educadores, voluntariado corporativo em escolas da rede pública e preservação de memória empresarial.

Como parte dessas ações, está o Centro de Memória Bunge que, desde 1994, reúne e disponibiliza para consulta o patrimônio histórico da marca Bunge no Brasil. O rico acervo é composto por uma infinidade de documentos e fotos, entre as quais, essa relíquia.

A foto mostra uma trabalhadora em ação. Ela está em uma penteadeira de fios de lã, usada na produção de tecidos para sacos de farinha, uniformes e lençóis, fabricados pela S.A Moinho Santista, em 1954.

Um registro importante sobre o processo da integração das mulheres no mercado de trabalho. Hoje, segundo a pesquisa Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho, dos 1,7 milhão de postos de trabalho existentes nas indústrias do setor têxtil, 1,3 milhão são ocupados por profissionais do sexo feminino.

 

 

Empresas recriam sua própria história

 “Ao completar 50 anos, a empresa “Marcondes” não tinha ideia de como iria celebrar o aniversário junto aos clientes e funcionários. O tradicional jantar já estava com data marcada e aconteceria no mesmo espaço de eventos dos anos anteriores. A celebração teria apenas um breve discurso inicial do presidente da companhia e a condecoração dos colaboradores mais antigos, com a entrega de flores”

O nome da empresa Marcondes é fictício, mas o “causo” é muito semelhante ao que acontece na realidade. Quando o assunto é reconstruir os pilares de uma instituição, a abordagem vai muito além da disposição e da determinação, surgindo inúmeros obstáculos pelo caminho. E o principal deles é que o brasileiro não dá o real valor à sua própria história. Isso vem desde a escola, quando a disciplina é tida por muitos como chata e enfadonha.

O crescente desenvolvimento tecnológico nos leva a interagir, a nos informar mais rápido e a requerer novos formatos, distantes da padronização. A busca pelo exclusivo é intensa. Por isso, o jeito de narrar trajetórias empreendedoras se recria para atender as novas gerações de consumidores. Lembrando que temos como foco, hoje, os mais jovens e as classes em ascensão (C e D). Portanto, a narrativa é outra. Precisa-se não apenas contar, mas reforçar vínculos, empatias e reflexões futuras.

Se considerarmos a inexistência de documentos e fotos capazes de retratar a história da “Marcondes”, à primeira vista, o ‘velho modelo do evento de sempre’ seria o melhor a fazer. Mas, a Marcondes tem um acervo bem mais rico. Tem o testemunho oral de quem vivenciou tudo aquilo, que preserva um conhecimento muito mais completo e engajado.

Essa “contação de histórias” pelos colaboradores e pelos clientes vai muito além do resgate do passado.  O resultado é a produção de uma “memória empresarial” repleta de redescobertas, de emoções, de valores e de experiências, transformadas em conhecimento útil e aplicável à gestão do negócio.

O livro, o aplicativo para tablet, o site comemorativo, a revista ou a exposição tornam-se ferramentas de comunicação catalisadoras no apoio à gestão e aos negócios da empresa, reafirmando também o papel social da instituição. Com isso, a empresa ganha credibilidade e “vida”, pois terá, um novo patrimônio, que vai lhe abrir novas perspectivas e novos caminhos.

Um relato poético de amor, medo e dor após a morte da mãe

Em março, a autora Paula Corrêa estreia com o livro “Tudo o que mãe diz é sagrado”, pela Editora Leya

Tudo começou com o blog Calotas, criado em 2007 – logo após a morte da mãe de Paula –, como uma forma de aliviar a dor e o vazio da perda. Aos poucos, sua escrita apaixonada e visceral renderam este livro, que é um misto de memória, poesia e desabafo.

Dizem que uma mãe jamais deve enterrar um filho, mas um filho não pode suportar a morte da mãe. Para Paula essa dor foi um caminho longo e cruel. Sua mãe sofria de uma doença crônica, e por complicações, precisou de um transplante de fígado, – Paula era compatível, uma ligação única de mãe e filha – mas o organismo debilitado não aguentou.

Apesar de todo sofrimento, foi no momento mais obscuro de sua vida que Paula encontrou a poesia nas pequenas coisas do cotidiano, seja na beleza da cidade de São Paulo, fria e acolhedora ao mesmo tempo, nas conversas descontraídas com D. Maria Emídia na praça ou no convívio com Astor, seu fiel amigo e alívio para as horas de solidão. Quando a vida parece perder o sentido é quando começamos a enxergá-la com mais clareza, “Tudo o que mãe diz é sagrado” é uma celebração da verdadeira arte que é viver.

 “Eu não encarei o sepultamento. Olhei para o chão, derrotada. Sairia gritando, chutando o mundo, se tivesse saúde. Mas quando a perplexidade e a tristeza são muito grandes, ficamos em silêncio. Não dá para gritar. Falta espaço, vontade, coragem, voz. Não há necessidade, ninguém irá ouvir. Ou melhor, todos escutarão, menos aquela para quem você grita”.

A autora tem dois livros publicados, o primeiro, In Vitro, lançado em 2004, e o segundo As calotas não me protegem do sol, edição de autor costurada à mão e com desenhos da artista Amanda Justiniano, em 2010.

Ela é entre os novos (e inéditos) que tenho lido, uma de minhas favoritas. (Ela faz) uma literatura agressiva, mas que em lugar de ferir e raspar, deixa um travo na boca. Um travo que permanece por longo tempo, até incomodar demais e a gente perguntar: o que está havendo? E então reler de novo. E reler até descobrir e perguntar: como ela faz isso?”
Ignácio de Loyola Brandão 

Livro: Tudo o que mãe diz é sagrado
Autora: Paula Corrêa
14 x 21 cm
168 páginas
blog da autora: calotas.blogspot.com

 

Projeto “Autores e ideias” tem palestras gratuitas abordando vários gêneros literários

Viabilizado com verbas do ProAC Editais – programa de incentivo à cultura do Governo do Estado de São Paulo, o projeto Autores e Ideias vai promover encontros literários entre escritores e público, na Biblioteca de São Paulo, mantida pela Secretaria de Estado da Cultura.

A primeira palestra será com a escritora Andrea del Fuego, que explora bastante o formato de minicontos. Esse trabalho começou a partir do seu blog, onde passou a elaborar posts cada vez mais breves. “Quanto mais o miniconto sugere, mais rico é. O formato é ideal nessa época de compartilhamento de poucas linhas, quando tudo é mais rápido e fragmentado”, comenta a autora.

Até o final do projeto, haverá encontros também com os autores Humberto Wernek (Crônica), Marçal Aquino (Literatura e Cinema), Luiz Rufatto (Literatura Epistolar), Fernando Morais (Biografia) e Mário Prata (romance policial), dentre outros (veja programação completa abaixo). A mediação será feita pela jornalista Mona Dorf, idealizadora do projeto.

Os encontros serão realizados duas vezes por mês, aos sábados, a partir das 11h, sempre com duração de duas horas cada um. Para mais informações sobre os convidados de cada data, acesse http://www.autoreseideias.wordpress.com.

Datas

02 de Março – Miniconto, com Andrea Del Fuego
23 de Março – Crônica, com Humberto Werneck
06 de Abril – Literatura e Cinema,com Marçal Aquino
27 de Abril – Conto, com João Carrascoza
04 de Maio – Literatura que vem dos blogs, com Luiz Bras
11 de Maio – Romance, com Ricardo Lísias
01 de Junho – Literatura epistolar, com Luiz Ruffato
29 de Junho – Poesia, com Annita Costa Malufe
03 de Agosto – Biografia, com Fernando Morais
28 de setembro – Romance policial, com Mario Prata

Serviço

Local: Biblioteca de São Paulo – Parque da Juventude
Endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 2630 – Estação Carandiru
Telefone: (11) 2089-0800
GRÁTIS

Os brinquedinhos do Mc Lanche Feliz vão acabar?

No final de 2012, pais, nutricionistas, endocrinologistas e todos os ‘militantes’ favoráveis às campanhas de alimentação saudável tiveram uma pontinha de esperança. Apresentado pelo deputado estadual, Rui Falcão, um projeto de lei, que já tinha sido até aprovado pela Assembleia Legislativa, tratava da proibição,  na TV e no Rádio, entre às 6h e às 21h, da veiculação de propagandas de ofertas casadas da compra de alimentos com brinquedos. Um outro projeto abordava a restrição de publicidade de alimentos e bebidas pobres em nutrientes e com alto teor de açúcar, gordura saturada ou sódio, nesses mesmos horários.

Em janeiro de 2013, alegando a necessidade da verificação da constitucionalidade com a Procuradoria Geral do Estado (PGE), o governador de São Paulo Geraldo Alckmin vetou os dois projetos. Porém, o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (Conar) decidiu apertar o cerco contra a publicidade infantil. A partir do dia 1º de março de 2013, o órgão vai incluir uma nova restrição no código que regulamenta o setor. Agora, a ideia é barrar também as ações de merchandising que tenham crianças e jovens como alvo, bem como a participação destas nesse tipo de peça publicitária.

Conforme a seção 11 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, artigo 37, quando os produtos forem destinados ao consumo por crianças e adolescentes seus anúncios deverão:

  • a. procurar contribuir para o desenvolvimento positivo das relações entre pais e filhos, alunos e professores,
  • e demais relacionamentos que envolvam o público-alvo deste normativo;
  • b. respeitar a dignidade, ingenuidade, credulidade, inexperiência e o sentimento de lealdade do público-alvo;
  • c. dar atenção especial às características psicológicas do público-alvo, presumida sua menor capacidade de discernimento;
  • d. obedecer a cuidados tais que evitem eventuais distorções psicológicas nos modelos publicitários e no público-alvo;
  • e. abster-se de estimular comportamentos socialmente condenáveis.

No Rio de Janeiro, uma nova lei municipal 5.528, que proíbe a venda de lanches com brinquedos, já entrou em vigor. Até agora, apenas o Burger King vem cumprindo a determinação vigente em território carioca. Em tempos de obesidade infantil, a qualidade dos brindes-brinquedos e a magia que eles despertam nos consumidores mirins podem surtir efeitos negativos no futuro.

Portanto, seguindo a fórmula de sucesso criada pelo marketing das redes de fast food, está na hora das marcas ‘amigas da criança’  investirem em brindes mais ‘saudáveis’. Uma sugestão são os livros de gastronomia, com receitas nutritivas para as crianças. Essa ideia, realmente, vale um patrocínio!

Empresas brasileiras: está na hora de valorizar a própria história!

Com um novo posicionamento no mercado de Comunicação, o Clube Editorial passa a desenvolver conteúdo jornalístico e literário para editoras, empresas e setor público. Especializada em jornalismo customizado, a empresa, que já atendia editoras e empresas com a edição de revistas e informativos, apresenta, por meio do novo site, soluções ao mercado de livros impressos e e-books.

O lançamento do novo posicionamento traz a campanha “Contar boas histórias é nosso maior talento! O objetivo é afirmar a importância das empresas nacionais de investirem em perpetuar sua própria história.

“Empreender nunca foi tarefa das mais fáceis no Brasil, por isso, comemorar 10, 20, 30 ou 80 anos de existência é motivo de celebração para marcas de diferentes portes e setores da economia. Celebrar aniversários, reposicionar marcas, divulgar ações de sustentabilidade ou, simplesmente, realizar o sonho de ver a trajetória da corporação eternizada é uma forma de ter responsabilidade histórica com o país, principalmente”, afirma a diretora da empresa, Maria Cláudia Aravecchia Klein.

Existem inúmeros motivos para investir em uma biografia empresarial, afinal, a literatura é ainda uma das melhores formas de contar uma belíssima história. Relatório anual, livro comemorativo, memória institucional, biografia empresarial ou edição de aniversário! Independentemente da nomenclatura, esse tipo de publicação requer um trabalho jornalístico investigativo para tornar-se mais interessante aos olhos dos diferentes públicos.

Segundo a diretora do Clube Editorial, fazer parte de acervos de bibliotecas, museus, universidades e virar um exemplar de coleção de leitores aficionados por histórias de sucesso são alguns dos destinos das publicações customizadas. “Esses são alguns dos objetivos das biografias empresariais. As narrativas ou crônicas costumam trazer episódios interessantes concomitantes aos acontecimentos marcantes da história econômica ou cultural do país, personagens riquíssimos, registros e fotos memoráveis”, conta.

Em média, o trabalho de pesquisa, entrevistas e reportagens leva em torno de seis meses para ser concluído. Por ter a finalização gráfica de um livro de arte, a publicação tem sempre o compromisso de impressionar. Além disso, parte de seu conteúdo pode ser customizado em diferentes formatos para que a obra também seja disponibilizada na internet e nos tablets.

Sobre o Clube Editorial

Desde 2006, o Clube Editorial cria e produz projetos de informativos, revistas, livros customizados, biografias empresariais, suplementos e encartes para empresas e órgãos públicos, tendo em sua carteira, trabalhos realizados para clientes de diferentes portes e setores.

Mais informações: www.clubeeditorial.com.bratendimento@clubeeditorial.com.br